Vereador Rodrigo Marcial escreve Carta ao Cidadão Curitibano

O destino quis que eu completasse meu primeiro ano de mandato como Vereador de Curitiba neste novo ciclo justamente no dia 8 de janeiro. A data carrega um simbolismo profundo: marca o aniversário de um momento em que as bases do Direito brasileiro foram abaladas em nosso país. Se, por um lado, celebro o trabalho incansável que meu gabinete e eu realizamos ao longo de 2025, por outro, sinto o peso da responsabilidade histórica que repousa sobre meus ombros. Ainda há muito por fazer por nossa Curitiba, pelo Paraná, pelo Brasil e pela preservação da nossa liberdade.

Ao longo do último ano, a Câmara Municipal foi meu campo de batalha. Lutei e venci em prol de Projetos de Lei fundamentais. Ao lado dos meus parceiros de bancada, Guilherme Kilter e Indiara Barbosa, aprovamos a modernização do Programa de Adoção de Praças; a implementação de Transparência na Gestão de Escolas Municipais; e a Transparência nos Radares da nossa cidade. Também ergui barreiras contra o avanço de pautas intervencionistas e projetos de viés socialista que buscavam cercear a iniciativa privada.

Em um episódio de especial sacrifício, impedi que a burocracia estatal asfixiasse o cidadão: derrubei a nova exigência por lei de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) para cada para cada pedido de poda de árvores, uma medida que poupou milhões de reais aos bolsos dos curitibanos e preservou o direito de zelarmos por nossa própria propriedade sem sermos punidos pelo cuidado com a cidade. Fiz tudo isso com a consciência tranquila de quem honrou a confiança do voto, sendo o Vereador, junto ao Presidente Tico Kuzma, com o maior índice de assiduidade nas sessões plenárias.

Contudo, meu dever não se limitou às fronteiras do município. Idealizei e liderei o “Dossiê Moraes”, um documento que não é apenas um registro, mas um bastião da memória nacional contra os abusos de autoridade. Com a força de mais de 68 mil brasileiros, protocolei no Senado Federal o maior pedido de impeachment da nossa história. Em Brasília, vi nos olhos das lideranças de direita que a coragem é contagiosa, embora tenha seu preço.

Para mim, o preço foi a perseguição. Enfrentei a fúria da imprensa militante, que tentou, sem sucesso, manchar minha reputação com mentiras. Ainda lido com a abertura de um processo de cassação orquestrado pela esquerda, que não tolera quem ousa olhar o sistema nos olhos. Falharam. Cada ataque apenas temperou o aço da minha vontade e confirmou que estamos no caminho certo.

Ao olhar para os presos políticos que ainda hoje sofrem sob o jugo de um regime implacável, lembro-me de que meu desconforto é pequeno diante do sacrifício deles. Minha promessa ao assumir este cargo foi defender a Constituição contra os tiranos que deveriam guardá-la, e não recuarei, ainda que isso me coloque na mira dos poderosos.

O ano de 2026 desponta no horizonte repleto de desafios, mas carrego no peito a chama da fé e a têmpera do trabalho. Meu gabinete segue como uma casa aberta ao diálogo e à construção de uma Curitiba mais forte.

Conto com vocês. Compartilhem nossa jornada para que a verdade ecoe mais longe. Em mim, encontrarão sempre a disposição de um soldado e a firmeza de um magistrado na defesa do que é justo.

Pela liberdade, pela justiça e pelo Brasil.

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