Com a derrubada do veto do presidente Lula ao PL da dosimetria, o Congresso impôs mais uma derrota ao governo, com larga margem. Mas o contra-ataque já foi iniciado: o governo quer a CPMI do Master, ao contrário do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
A situação argumenta que a dosimetria beneficia o crime organizado, além daqueles que articularam um golpe de estado e de pessoas que participaram de atos golpistas no dia 8 de janeiro, em Brasília.
Outro ponto chama atenção: a rejeição de Jorge Messias tinha um forte interessado, o ministro do STF, Alexandre de Morais. São muitos os poderosos que não querem a investigação profunda do caso Master.
Um ponto parece chave no momento político de Brasília e atende pelo nome Master.
Já não é segredo o incômodo com a desenvoltura da Polícia Federal na investigação do caso, ferindo interesses poderosos (e ao que parece, numerosos).