Homem é preso após agressões físicas, ameaças e incêndio contra namorada grávida de quatro meses
Homem preso em flagrante por violência doméstica contra namorada grávida, que sofreu agressões e teve a casa incendiada em Aparecida de Goiânia.
Contexto do caso de violência doméstica em Aparecida de Goiânia
A violência doméstica tem se manifestado de forma cada vez mais grave em Aparecida de Goiânia, onde uma mulher de 48 anos, grávida de quatro meses, sofreu agressões sistemáticas que culminaram em um episódio extremo de violência. O homem acusado, Yorane Alves Barbosa, 45 anos, foi preso em flagrante no dia 14 de janeiro de 2026 após atear fogo na casa onde a vítima residia.
Detalhes das agressões sofridas pela vítima e impacto físico
Desde 2025, a mulher vinha sendo submetida a agressões físicas e psicológicas severas, incluindo ameaças constantes e atos humilhantes, como banho forçado de urina e contato com fezes. O abuso se intensificou nas últimas semanas, com a vítima mantida em cárcere privado e sofrendo danos físicos, como o corte forçado do cabelo. O episódio mais grave ocorreu quando o agressor incendiou pertences e áreas da residência, colocando em risco não só a vítima, mas também os imóveis vizinhos. O sangramento sofrido pela mulher exigiu atendimento médico urgente, e ela permanece internada sob cuidados hospitalares.
Prisão e antecedentes criminais do agressor
Yorane Alves Barbosa foi detido pela Polícia Militar durante o depoimento da vítima, quando esta precisou ser encaminhada para o hospital devido a um sangramento. O homem possui um histórico criminal extenso que inclui homicídio, tentativa de homicídio, roubo, lesão corporal, furto qualificado, ameaça e outros casos de violência doméstica. Após a prisão em flagrante, ele passou por audiência de custódia e segue detido à disposição da Justiça.
Reação da comunidade e atuação das autoridades
Os vizinhos desempenharam um papel fundamental ao perceber as chamas e colaborar para controlar o incêndio até a chegada do Corpo de Bombeiros, evitando uma tragédia maior. A Polícia Militar classificou o incidente como uma escalada de violência doméstica com impactos físicos e psicológicos graves. A ocorrência foi encaminhada para a Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia, onde o caso continua sob investigação rigorosa, buscando garantir justiça e proteção à vítima.
Reflexões sobre a violência contra mulheres grávidas e políticas públicas
Este caso evidencia a vulnerabilidade de mulheres grávidas em contextos de violência doméstica, ressaltando a urgência de políticas públicas mais eficazes para prevenção, acolhimento e proteção dessas vítimas. O impacto físico e psicológico causado por abusos de diferentes naturezas exige uma abordagem multifacetada envolvendo assistência médica, psicológica e jurídica, além do engajamento comunitário para identificar e denunciar situações de risco.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Divulgação/PMGO
