Vivenciando a Terapia Plasmática

Conheci a Terapia Plasmática em uma live do jornalista Fernando Beteti com o professor Zeno Castilho, no YouTube. Naquele momento, eu estava com uma dor abdominal persistente (nível 8). Durante a live, utilizei a aplicação com o bastão e a dor reduziu para zero.

Após os AVCs da minha mãe, comecei a me interessar por terapias alternativas — já havia feito dois cursos. A experiência com a aplicação do Bastão de Plasma, ainda que online, foi algo fantástico, realmente fora da caixa.

Resolvi então levantar a bandeira da Terapia Plasmática, divulgando seus benefícios e ajudando outras pessoas. No entanto, muitos não acreditavam. Eu explicava que era uma ciência ligada à física, mas, mesmo assim, era desacreditada. Foi nesse momento que percebi o quanto era valioso ter esse conhecimento.

Passei a utilizar diariamente em mim e em meus familiares e comecei a acompanhar todas as lives do professor Zeno, que se tornaram verdadeiras aulas, fortalecendo em mim a certeza de dias melhores.

Formação e descobertas

Me matriculei no curso básico e adquiri o Bastão de Estudo. Descobri então o universo quântico, cheio de possibilidades, passando a compreender melhor a terapia.

Através de um exame de campo escuro do sangue, observei a ação do Bastão de Plasma sobre as hemácias: antes estavam aglomeradas e, após a aplicação, passaram a ficar livres. Essa experiência foi realizada e registrada durante um encontro de estudos da terapia.

Caso clínico

Durante o curso básico, iniciei o atendimento de uma pessoa que havia retirado 40% do intestino devido a um câncer. Meses após a cirurgia, surgiu uma hérnia, e ele precisou retornar ao centro cirúrgico, voltando para casa com uma sonda.

Após a retirada da sonda, a ferida não cicatrizava, permanecendo aberta por meses — quase um ano de sofrimento — mesmo com o uso de diversas caixas de antibióticos. O médico diagnosticou uma coleção de bactérias no local e indicou como única solução a realização de uma raspagem para conter a proliferação.

Ele estava visivelmente abalado. Foi em um momento de desabafo que nos conhecemos, e eu propus o tratamento com a Terapia Plasmática. Ele aceitou imediatamente.

Foram realizadas sessões de uma hora, durante seis semanas ininterruptas, com aplicações nos chakras (para equilíbrio energético) e diretamente na ferida. Em uma das sessões, foi realizada a aplicação do chamado “Anjo Vergínia” com bastão de cromoterapia.

O resultado foi surpreendente: a ferida cicatrizou, a raspagem foi descartada e exames posteriores confirmaram a inexistência de bactérias. Foi uma grande felicidade — ele ficou extremamente grato, e eu ainda mais por ter sido um instrumento nesse processo de alívio. (Fig. 1 e Fig. 2)

Reflexão e convite

Você que está lendo este relato: ouse, experimente, faça um teste com essa terapia. Deixe seu depoimento nas lives disponíveis nas diversas plataformas digitais.

Lembre-se: cada caso é único, e cada pessoa exige um protocolo específico.

Sobre a Terapia Plasmática

Tudo isso só foi possível graças ao professor de física Zeno Castilho, hoje Dr. Honoris Causa, que desenvolveu essa tecnologia com o plasma.

As aplicações são realizadas por meio de diferentes modelos de bastões de energia livre, que podem ser utilizados tanto presencialmente quanto por videochamadas.

O plasma, considerado o quarto estado da matéria, está presente no bastão, promovendo alívio físico e emocional. Pode ser observado na natureza, por exemplo, na aurora boreal, ou na força de repulsão entre polos iguais de ímãs.

Essa energia também está presente em nós. Quando nossa frequência diminui, adoecemos.

Os bastões ajudam a elevar essa frequência, melhorando a imunidade e promovendo regeneração celular quando utilizados com intenção.

Energia, emoções e saúde

Nossas emoções refletem diretamente nossa energia. Os bastões atuam como instrumentos de mudança de frequência.

Podemos viver com mais qualidade e menos dor ao aprender a gerenciar nossas emoções. Quando nossas células ficam desorganizadas energeticamente, nosso corpo e nosso emocional também são afetados.

Por isso, é importante desenvolver consciência emocional: transformar raiva, estresse e tristeza em atitudes mais equilibradas.

Nós somos o que pensamos, falamos, fazemos e até o que consumimos. Mudar a sintonia é essencial.

Experiência e evolução

Atualmente, já adquiri três modelos de bastões, todos com capacidade de promover alívio físico e emocional.

Durante as aulas, os colegas compartilham experiências que surpreendem constantemente, formando o que chamamos de “Família Plasmática” — um grupo unido pela intenção de ajudar o próximo.

Essa família é formada por médicos, cientistas, dentistas, terapeutas e pessoas em busca de conhecimento e cura. Essa união promove aprendizado e resultados surpreendentes.

Curso profissionalizante e pesquisa

No curso profissionalizante, enfrentei desafios e adquiri conhecimentos que contribuíram para meu crescimento pessoal.

Durante o curso, realizamos uma experiência científica com um atendido. No meu caso, o TCC foi sobre uma fratura do quinto metatarso (pé direito, zona 3).

Após a anamnese e registro completo do caso, a paciente — que havia sofrido um trauma — foi encaminhada para cirurgia. Durante o período pré-operatório de 14 dias, realizamos tratamento com Terapia Plasmática.

Foram 14 sessões de uma hora, utilizando cromoterapia (cores aplicadas de forma intuitiva) e selos plasmáticos. A aplicação foi feita em todo o pé e na área da fratura.

O resultado foi surpreendente: em 20 dias houve recuperação total, sem necessidade de cirurgia ou fisioterapia. A paciente voltou a caminhar normalmente, sem uso de gesso ou bota.

Muita gratidão a todos os envolvidos nessa terapia maravilhosa. (Fig. 3, Fig. 4 e Fig. 5)

Reconhecimento

Em 2025, tivemos a grande alegria de saber que a Terapia Plasmática foi introduzida nas PICS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde) na cidade de Segredo, no Rio Grande do Sul.

Isso ocorreu graças ao trabalho de Rachel, que utilizou o Bastão de Plasma durante o período da COVID-19, recebendo reconhecimento do SUS. Uma verdadeira desbravadora, assim como tantos outros que estão abrindo caminhos e plantando sementes para o futuro.

Considerações finais

Existem muitas histórias além dessas linhas.

Você também pode fazer parte dessa família, contar sua própria história e descobrir muito além do óbvio.

A terapeuta plasmática Erika Barbosa Gomes faz parte dessa jornada.

Sensibilidade, alívio e gratidão.

Erika Barbosa Gomes
Encaminhado ao jornalista Pedro Ernesto Macedo por Zeno Castilho

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